
A clínica vazia diante de uma sociedade adoecida.
Milhões de pessoas enfrentam sofrimento mental sem atendimento, enquanto muitos profissionais têm dificuldade para constituir suas clínicas. Este artigo discute esse paradoxo, a construção da demanda de análise, a visibilidade profissional, o narcisismo institucional e a responsabilidade das sociedades psicanalíticas na abertura de caminhos para novos analistas.
