AUTONOMIA E REBELDIA
Entre a repetição inconsciente e a liberdade psíquica.
Ser rebelde significa ser livre? Obedecer significa ser submisso?
Essas questões orientam minha reflexão neste novo artigo, fundamentado no pensamento de Sigmund Freud e Erich Fromm.
Na perspectiva psicanalítica, a rebeldia nem sempre representa autonomia. Em determinadas circunstâncias, a oposição constante à autoridade pode revelar a repetição inconsciente de conflitos infantis que permanecem ativos na vida adulta.
A verdadeira autonomia psíquica exige mais do que contestar ou obedecer. Pressupõe discernimento, elaboração dos conflitos inconscientes e responsabilidade diante das próprias escolhas.
O artigo examina as relações entre autoridade, supereu, identificação, consciência autoritária e consciência humanista, destacando a diferença entre reagir compulsivamente e decidir com maior liberdade.
Convido você à leitura desta reflexão sobre os caminhos da autonomia e da liberdade psíquica.
Leia o artigo completo em PDF no link abaixo.
Prof. Sérgio Costa
Presidente e Fundador do NEPP — Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicanálise.
© Professor Sérgio Costa — Todos os direitos reservados.
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Convido você a aprofundar essa reflexão sobre autonomia, rebeldia e liberdade psíquica, à luz do pensamento de Freud e Erich Fromm.
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